Tratamentos para flacidez: os queridinhos que todo dermatologista deve investir

Quer ampliar o sucesso da sua clínica/consultório? Aposte nos tratamentos para flacidez. Segundo a dermatologista, Dra. Sandra Tagliolatto, a condição é uma das principais queixas estéticas nos consultórios, junto com as manchas e queda de cabelos. 

A médica informa que as opções terapêuticas existentes são todas válidas e a associação entre elas potencializam muito os resultados, que são significantes, mas dependem de cada indivíduo, de sua genética, idade e estilo de vida.

“É fundamental que estejamos atentos aos tratamentos para flacidez atuais para podermos oferecer as melhores alternativas aos nossos pacientes”. 

Flacidez: conhecendo o problema com detalhes

Dra. Sandra explica que a flacidez pode ser entendida como uma perda de sustentação da pele ou do músculo. Ocorre normalmente com a idade cronológica, mas o estilo de vida é capaz de intensificá-la, como a alimentação errônea, rica em açúcares e carboidratos de liberação rápida, assim como alterações do ciclo do sono, exposição à radiação ultravioleta, sedentarismo, estresse crônico e tabagismo.

Embora, com o passar dos anos, ocorra a diminuição progressiva da estrutura óssea e muscular, do colágeno e do ácido hialurônico, a dermatologista afirma que é possível amenizar e, inclusive, reverter parcialmente esse dano por meio de hábitos saudáveis e de procedimentos específicos.

“Notadamente, em algumas áreas corporais, a flacidez aparece mais precocemente e até pode ser mais evidente como na face, principalmente pálpebras, pescoço, braços, glúteos e coxas. Determinadas condições genéticas ainda podem contribuir, como é o caso de mulheres com fototipo baixo. Também não devemos esquecer que a menopausa é um fator importante na intensificação da piora da flacidez muscular e cutânea”, ensina. 

Tratamentos para flacidez

Antes de qualquer procedimento, é imprescindível orientar aos pacientes com relação aos hábitos que precisam ser mantidos no dia a dia. A dermatologista comenta que a atividade física, para combater a flacidez do músculo, além dos cuidados com a pele, como o uso do filtro solar diariamente, para atenuar a destruição do colágeno, são essenciais.

“Não se discute mais que a alimentação equilibrada é o pilar de qualquer tratamento para flacidez, mas podemos fazer muito mais para prevenirmos e cuidarmos dessa condição nos pacientes”, lembra Dra. Sandra.

Conheça os tratamentos para flacidez mais indicados

De acordo com a médica, atualmente, há diversas tecnologias de tratamento para flacidez. No caso do músculo, além de exercícios físicos bem orientados, pode-se trabalhar com máquinas para estímulo muscular. Já para a pele, existem os lasers, radiofrequência, ultrassom microfocado (o “queridinho” do momento) e, mais recentemente, o micro-ondas.

“Todos podem ser associados ou não a outros procedimentos queridinhos dos dermatologistas, os bioestimuladores, como a hidroxiapatita de cálcio, o ácido poliláctico (o meu preferido para o corpo) e a  policaprolactona. Sem contar com os fios de sustentação facial e corporal”.

Para Dra. Sandra, os dermatologistas têm a perfeita capacidade de identificar o tipo e o grau de flacidez, a fim de indicar o melhor método e até a associação de duas ou mais opções terapêuticas, dependendo da área a ser tratada e do perfil do paciente.

Por exemplo, nas pálpebras não é possível a utilização dos bioestimuladores (produtos injetáveis com a finalidade de estimular a produção de colágeno), mas pode ser usados lasers, radiofrequência ou ultrassom microfocado.

“Por outro lado, os bioestimuladores são ótimas alternativas (a meu ver, as melhores) para tratamento de flacidez cutânea corporal como braços, coxas e glúteo. Aqui, vale lembrar que a flacidez faz parte da “celulite”, portanto as intervenções atuam de forma positiva também nessa famosa condição. Particularmente sou fã do uso da aplicação do ácido poliláctico no tratamento da celulite da região das coxas e glúteo”, acrescenta. 

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