Perda de colágeno a partir dos 30 anos de idade: por que acontece?

Perda de colágeno a partir dos 30 anos de idade: por que acontece?

A chegada dos 30 anos de idade traz consigo uma série de mudanças para o corpo humano. Entre elas, a queda na taxa de produção de colágeno. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a partir dessa faixa etária a pele chega a perder 1% de colágeno ao ano.

Parte dessa perda é consequência natural do envelhecimento. Declínios hormonais que ocorrem com o avançar da idade dificultam a síntese do colágeno – proteína essencial para manter a firmeza e a elasticidade da pele. No período que segue a menopausa, a diminuição das fibras de colágeno pode chegar a um ritmo de cerca de 2% ao ano.

Apesar de forte ligação com a idade, fatores comportamentais também contribuem para que a perda de colágeno ocorra de forma mais acentuada e acelerada. A exposição solar excessiva, por exemplo, inibe o fibroblasto de produzir colágeno e aumenta a degradação das fibras existentes. 

O excesso de açúcar também é outro vilão. Alimentos que elevam a glicemia e acabam por interferir na renovação celular e na produção de colágeno na pele. O cigarro, fonte de tantos males à saúde, também prejudica a saúde da pele. A nicotina atrapalha a produção natural de colágeno e danifica o DNA das células.

Com fatores agravantes bem mapeados, a orientação aos pacientes deve ser focada no estilo de vida. O uso diário de protetor solar, hidratação adequada, alimentação balanceada e não-tabagismo têm efeitos benéficos diretos na saúde da pele. 

O que é o colágeno?

O colágeno contribui para a firmeza, resistência e formação do arcabouço da matriz extracelular da derme.

Tipos de pele menos afetadas pela perda do colágeno

Existem algumas peles que sofrem menos com a perda do colágeno, mesmo estando expostas às mesmas condições diariamente. Atualmente já existem estudos científicos demonstrando que as peles com fototipo mais alto, como a pele negra, degradam menos colágeno e permanecem com muito mais elasticidade. Isso acontece porque elas têm maior concentração de melanina e melhor qualidade de colágeno, por isso não sofrem tanto quando expostas ao sol, são mais densas, elásticas e resistentes aos efeitos do envelhecimento.

Existem no mercado produtos que contêm efeito “lifting” na fórmula, que podem ser em gel ou creme. Quando aplicado, esse cosmético age imediatamente como se “esticasse” a pele do rosto, pescoço e colo. 

Com o avanço de tecnologia, passaram a existir tratamentos mais eficazes, que visam recuperar o colágeno da pele, como estimuladores e radiofrequência, que promovem a melhora imediata do aspecto de envelhecimento e estimulam a produção de colágeno ao longo do tempo. 

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Crédito da imagem: iStock

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