Fotoenvelhecimento: uso de protetor solar diariamente é o principal recurso para prevenir o problema

Fotoenvelhecimento: uso de protetor solar diariamente é o principal recurso para prevenir o problema

Hoje em dia, não é segredo que a radiação solar causa inúmeros malefícios à pele. Mesmo assim, ainda há muitas dúvidas e mitos sobre a importância da fotoproteção no dia a dia, independentemente da presença do sol.

Embora a chegada do verão seja a temporada mais “perigosa”, é importante ressaltar que a intensidade da radiação não está totalmente relacionada com o clima, mas sim com o índice ultravioleta (UV). Sendo assim, mesmo em dias nublados, esses raios conseguem atravessar as nuvens, e penetrar na pele.

Quando a pele não está adequadamente protegida, os raios UV danificam todas suas camadas e provocam mudanças na textura e na pigmentação, promovendo gradativamente manchas, perda das fibras de colágeno e produção anormal de elastina, o que resulta em rugas mais profundas e perda de elasticidade da pele. 

Além das manchas e rugas visíveis na pele, os danos provocados pela exposição à radiação UV são cumulativos e seu excesso provoca pequenas alterações no DNA celular em todas as células da pele, desencadeando mutações que geram o crescimento anormal e descontrolado de algumas delas, dando origem ao câncer de pele.

A boa notícia é que o mercado já oferece diferentes formas de fotoproteção, como produtos em pó, spray, bastão, creme, gel, entre outras formulações. Apesar dessa facilidade, é importante ressaltar que para a proteção ser efetiva, é preciso aplicar a quantidade correta de protetor solar no corpo e no rosto. 

Como garantir uma proteção solar eficiente? 

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) orienta que a exposição solar só aconteça até às 10h e depois das 16h, porque nesses horários existe uma menor incidência da radiação ultravioleta B (UVB). 

Além desses horários, o filtro solar deve ser aplicado no mínimo 30 minutos antes da exposição direta. A recomendação é que o Fator de Proteção Solar (FPS) seja de no mínimo 30 e, para peles mais claras, pode-se recorrer ao FPS 50. 

Além disso, o protetor solar deve combinar filtros químicos e físicos. Enquanto o primeiro são partículas orgânicas que absorvem o fóton de energia, os filtros físicos são partículas inorgânicas que refletem ou dispersam a radiação.

Portanto, o filtro deve ter proteção eficiente contra as radiações UVA e UVB, mas também deve proteger da luz visível e da Infrared — hoje é uma unanimidade mundial a necessidade do amplo espectro do filtro solar. 

Por fim, a reaplicação do protetor a cada duas horas para quem está com o corpo exposto ao sol ou após 20 minutos na água são fundamentais para a adequada ação. Já para quem está em ambiente fechado e climatizado, o protetor solar precisa agir contra a luz visível, pois a iluminação de aparelhos eletrônicos, como computadores, tablets e celulares, também é capaz de acelerar o envelhecimento da pele.

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Crédito da imagem: iStock

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