dia-do-combate-ao-estresse

Dia de Combate ao Estresse e os prejuízos do excesso de cortisol para a pele

Instituído em 23 de setembro, o Dia de Combate ao Estresse traz um alerta sobre os malefícios que esse problema traz para saúde de uma maneira geral, incluindo a pele.

Com a correria do dia a dia, o estresse acabou tornando-se algo comum na rotina de todos, ainda mais com a pandemia da covid-19 que trouxe inúmeras mudanças. Esse fato, combinado à ansiedade gerada pelo aumento de casos da doença, pode causar grande quantidade de estresse que não é apenas prejudicial para a mente e para o sistema imunológico, mas também para o maior órgão do corpo humano.

“A adrenalina e hormônios como cortisol e prolactina, que são produzidos em momentos de estresse, potencializam o estado inflamatório persistente no tecido cutâneo, o que faz com que as células tenham longevidade e atividade diminuídas. O resultado é a aceleração do envelhecimento biológico, com o surgimento precoce de rugas, manchas e linhas de expressão, e o desenvolvimento de doenças cutâneas como acne e rosácea”, afirma a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Estresse X doenças de pele

De acordo com a Dra. Angélica Pimenta, dermatologista e tricologista responsável pela Clínica Caiena, é provado cientificamente que o estresse acelera o aparecimento de fios brancos no cabelo, além de aumentar o aparecimento de patologias na pele, devido o excesso de cortisol.

Dra. Angélica também comenta que, nesse período que estamos passando, é normal surgirem surtos de acne, sensibilidade e ressecamento da pele, queda capilar, enfraquecimento das unhas e até remodelamento da gordura, aumentando a circunferência da barriga e do pescoço.

“Algumas doenças como dermatite atópica, psoríase, urticária e vitiligo são agravadas quando o indivíduo passa por curto ou longo período de estresse. Vale lembrar que essas patologias não são contagiosas, mas o pouco conhecimento faz com que pacientes sofram preconceitos e até afastamento social o que influencia no estado emocional capaz de agravar ainda mais as enfermidades”, salienta a dermatologista e tricologista.

Como ajudar os pacientes no combate ao estresse?

Segundo Dra. Angélica é necessário analisar o caso, saber qual é a rotina do cliente, se já faz uso de algum medicamento para depois orientá-lo com tratamentos e demais medicações.

“Cada paciente reage de uma maneira, mas é necessário informá-los para manter os cuidados com a pele, além de uma alimentação balanceada e sempre consultar um dermatologista de confiança”.

Isabel Piatti, especialista em Estética e Cosmetologia, embaixadora do Centro e Instituto Internacional de Aprimoramento e Pesquisas Científicas (CIA) e Membro do Conselho Científico da Academia Brasileira de Estética Científica (ABEC), complementa informando o quanto o ato de cuidar da pele é uma ótima maneira de manter a cabeça no lugar, pois o toque ajuda a reduzir o hormônio ligado ao estresse e estimula a parte do sistema nervoso que acalma o corpo e a mente.Quer saber mais sobre os principais temas do mercado dermatológico? Acompanhe sempre nossas publicações! E não esqueça de se cadastrar em nosso site para ter acesso a conteúdos exclusivos.

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *