Terapia-fotobiodinamica

As vantagens da terapia fotobiodinâmica para os seus pacientes

Inovação no mercado dermatológico, a terapia fotobiodinâmica é uma tecnologia mais nova, mas que já é sucesso entre os dermatologistas e seus pacientes. 

É uma técnica aplicada para ativar e potencializar a atividade celular na presença de uma fonte de luz, não invasiva e totalmente indolor em que cada uma das cores de luz é usada para tratar diferentes alterações dermoepidérmicas dependendo da profundidade em que se encontram, conforme explica Dra. Cinara Turra (CRM PR 31953).

“Importante ressaltar que a terapia fotodinâmica (TFD) teve sua aprovação no Brasil em 2006 para utilização em câncer de pele não melanoma, com evolução e adaptação a partir de 2014. Mas, a tecnologia de terapia fotobiodinâmica (TFBD), única no mundo com protocolos de associação e ação sinérgica entre produtos tópicos desenvolvidos especialmente para a aplicação de led de alta potência, a FOTOAGE, realmente chegou em março deste ano de 2020, em plena quarentena”, adiciona.

Como funciona a terapia fotobiodinâmica?

Segundo Dra. Cinara, tratando-se da FOTOAGE, há quatro protocolos principais:

1. WRINKLES: para fotorrejuvenescimento com a luz vermelha;

2. DARK SPOTS: para melasma, melanoses e hiperpigmentações com a luz verde;

3. REDNESS: para rosácea e cuperose com a luz amarela;

4. BLEMISH: para acne com a luz azul.

Dra. Tatty Berno, dermatologista, nutróloga e sócia-proprietária da Clínica Tatty Berno e Bernocenter, informa que a terapia fotobiodinâmica acontece em etapas. 

Primeiramente é realizada a limpeza e  higienização da área a ser tratada e então, aplica-se uma mescla de ácidos que funcionam como peeling e devem ser mantidos na pele pelo período médio de 15 minutos. 

Após retirada, administra-se o sérum ativador, com a cautela de espalhar bem já em ambiente  escuro para que o produto seja altamente absorvido até chegar ao seu alvo para exercer sua função que é facilitar a absorção da luz que virá na próxima etapa. 

A dermatologista e nutróloga afirma que, para sua absorção completa, gosta de ocluir a área tratada e já colocar a máscara de HDD, mesmo antes de ligá-la, e deixar em repouso por mais 20 minutos.

“Por fim, chega a hora de ligar a máscara de HDD, selecionando o tratamento desejado, que permanecerá ativa e desligará automaticamente em 20 minutos. Existem protocolos que, ainda após a remoção da máscara, contam com a aplicação de um novo produto na região que precisa permanecer por até 8 horas. Vale lembrar que a última etapa é feita em casa, no home care diário e específico para cada patologia”, complementa Dra. Tatty.

Ambas dermatologistas mostram que terapia fotobiodinâmica é indicada para diversas condições como:

Com relação aos resultados, Dra. Tatty comenta que o paciente já percebe a diferença da qualidade da pele, luminosidade e viço já na primeira sessão, porém o ciclo ideal é feito com quatro sessões, em média, que devem ser feitas quinzenal ou até mensalmente. “Mas, é necessário avaliar e considerar a especificidade e sensibilidade da pele de cada pessoa para o tratamento”, salienta

Dra. Cinara também acrescenta que, nos casos de acne, é possível notar a redução do processo inflamatório de maneira bem visível. “Além disso a terapia fotobiodinâmica ainda pode ser utilizada em associação com outros procedimentos como pós-peeling, pós-laser ablativo, pós luz intensa pulsada, pós-microagulhamento, pós-preenchimento ou bioestimulador de colágeno ou como pré-tratamento”. 

Por que investir na terapia fotobiodinâmica nos consultórios? 

Para Dra. Tatty, é um excelente conceito de associar tecnologias ao tratamento domiciliar para melhores resultados, mas nesse caso conta-se com uma técnica indolor, segura, sem “downtime”. Por isso, é uma boa opção para aqueles pacientes que não aceitam tecnologias mais agressivas ou ablativas.

Dra. Cinara também considera como uma excelente alternativa, tanto como monoterapia ou em associação com outros procedimentos, o que a torna muito versátil, além de ter um ótimo custo-benefício.

Quero oferecer a terapia fotobiodinâmica na minha clínica: por onde começar?

De acordo com a Dra. Cinara, é possível começar usando os protocolos testados e indicados pela marca, além de entrar em contato com a equipe de vendas da marca e solicitar uma demonstração para ver como funciona.

“Há os grupos de WhatsApp e Telegram para discussão de casos e intercâmbio de informações dos protocolos. Eu mesma, como speaker da Skymedic, também costumo dar consultoria e recomendações sobre os protocolos de uso. Então, o profissional terá uma rede de suporte sempre pronta para qualquer situação”. 

Já Dra. Tatty recomenda a aquisição da máscara e de um ou dois protocolos para que os dermatologistas sintam-se mais seguros em tratar. “Aconselho iniciar com o protocolo de acne e rosácea que são meus queridinhos”. 

Contraindicações da terapia fotobiodinâmica

Dra. Cinara finaliza comentando que realmente existem algumas contraindicações como: epilepsia, portadores de marcapasso, alérgicos à luz solar, lúpus eritematoso e grávidas, por não ter estudos comprovando a utilização. 

“Também gostaria de ressaltar que esse equipamento é de uso médico, pois somente nós possuímos o conhecimento necessário para poder detectar e tratar possíveis reações ou respostas que a pele pode ter durante ou pós-procedimento. A terapia fotobiodinâmica é mais uma excelente ferramenta que temos para usar em prol da melhora dos nossos pacientes fazendo tratamentos supereficazes com o conforto e tranquilidade como se estivessem relaxando em um spa”, conclui.

Quer oferecer a terapia fotobiodinâmica em seu consultório? Entre em contato agora mesmo com a Ensofill. Temos a solução completa para o seu negócio.

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